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“Os dois vizinhos. Cenas da colônia”, de Wilhelm Rotermund
(2009)
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Gerson Roberto Neumann
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“Krieg ist Krieg ist Krieg” («Guerra é guerra é guerra») : repetição e recriação no 'discurso fraseológico'
(2010)
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Francisca Athayde
- Ao apelo da Universidade de Coimbra para que, no âmbito da sua semana Cultural, as Faculdades e outros organismos que nela se acolhem glosem o tema da “Imaginação”, responde o Instituto de Estudos Alemães com o colóquio Imaginação do mesmo: a diferença na repetição. No texto que enquadra o conjunto de contributos que hoje aqui se apresentam, se afirma, a dado passo, que “Há inovação e transformação não na impossível invenção de uma origem, mas sim na capacidade de articulação produtiva”. Pode esta ser uma boa síntese daquilo que a moderna descendência da espécie homo leva a cabo, enquanto homo sapiens (sapiens) e, portanto, homo loquens, no exercício da faculdade que é, a um tempo, o seu mais poderoso instrumento de cognição e o mais eficaz e económico veículo de comunicação – competição e cooperação são, recordo, os principais pilares em que assenta o processo da sua sobrevivência enquanto espécie.
Criadas as línguas, de que espaço de manobra dispõe o “homem que fala”, que é também um homo socialis, para as recriar, reinventar, adaptando-as às sempre renovadas coordenadas sociológicas em que se situa e de que ele próprio é o arquitecto?
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“Eine Kneipe ist wie ein Film” : Aproximações entre o cinema de Fatih Akin e o Neuer Deutscher Film de três décadas atrás
(2010)
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Gabriela Wondracek Linck
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“Brasileiros sobre a Europa” : Brasil: além do centro e da periferia?
(2007)
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Gerson Roberto Neumann
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“Amanhã o filmezinho está pronto” : O Jovem Brecht e o Cinema
(2009)
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Gerald Bär
- No trabalho de Bertolt Brecht relacionado com o cinema pode-se distinguir quatro fases: 1. Início dos anos vinte - argumentos, guiões para filmes publicitários e de aventura. Os únicos projectos realizados: Mysterien eines Frisiersalons de Erich Engel, 1923 (Brecht colaborou na realização). O seu argumento Robinsonade auf Assuncion escrito em conjunto com Arnolt Bronnen foi alterado para o filme SOS. Die Insel der Tränen (1923). 2. Início dos anos trinta - processo contra a companhia Nero-Film para recuperar os direitos de autor concedidos para a versão fílmica da Ópera dos três vinténs; realizada por Georg Wilhelm Pabst em 1930/31 (argumento: Laszlo Vajda, Leo Lania, Béla Balázs). Primeiro documento cinematográfico de uma peça de Brecht: Mann ist Mann (Bert Brecht, 1931); o filme ideológico (esteticamente infl. por Eisenstein): Kuhle Wampe oder wem gehört die Welt? realizado por Slatan Dudow em 1931 (argumento: Bert Brecht e Ernst Ottwalt). 3. Exílio americano – para ganhar dinheiro Brecht volta a escrever argumentos e guiões para a indústria de Hollywood. Dos ca. de 50 textos produzidos só um foi aproveitado para o filme anti-fascista Hangmen also die (Fritz Lang, 1943), no qual Brecht colaborou no argumento. È considerado uma das produções mais importantes deste género junto com Casablanca (M. Curtiz, 1943). 4. Produção pós-guerra - guiões para Mutter Courage (1952) e Herr Puntila und sein Knecht Matti (1955); realização das versões fílmicas da comedia Katzgraben (1957) de Erwin Strittmatter e da sua peça Die Mutter (1958), encenadas pelo Berliner Ensemble.
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À margem do abismo : uma interpretação poetológica de "Zürich, zum Storchen", de Paul Celan
(2006)
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Juliana P. Perez
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Vladímir, O Pintor de Nuvens
(2008)
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Rainer Maria Rilke
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Vestígios turcos no ensino de alemão como língua estrangeira
(2002)
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Ruth Bohunovsky
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Verbos de conexão no alemão e no português
(1998)
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Eliana Gabriela Fischer
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Vanguardas na literatura de resisténcia da RDA
(1997)
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Ruth Röhl